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	<title>WTA3</title>
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	<link>http://www.wta3.com.br/blog</link>
	<description>Agência Digital, SEO, Criação de Sites, Desenvolvimento de WebSites, Ecommerce, Loja Virtual. Sites,</description>
	<lastBuildDate>Wed, 02 May 2012 14:28:28 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Como configurar o Magento para utilizar SSL</title>
		<link>http://www.wta3.com.br/blog/como-configurar-o-magento-para-utilizar-ssl/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 18:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando falamos em plataforma, nesse caso o magento, é um pré requisito que ela rode https, com um certificado SSL assinado. Além da segurança envolvida, a utilização de um certificado SSL verificado garante a boa exibição da loja virtual no navegador, passando credibilidade e segurança no momento da comprar para o usuário. Qual consumidor que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos em plataforma, nesse caso o magento, é um pré requisito que ela rode https, com um certificado SSL assinado. Além da segurança envolvida, a utilização de um certificado SSL verificado garante a boa exibição da loja virtual no navegador, passando credibilidade e segurança no momento da comprar para o usuário.</p>
<p>Qual consumidor que não ficaria assustado quando, ao acessar uma loja virtual, surgisse um aviso enorme e vermelho alertando que aquela página não é segura ou então com o aviso de que o site não é confiável, juntamente com um botão &#8216;me tire daqui&#8217;?</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23881/45502.png" alt="" /></p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23881/45503.png" alt="" /></p>
<p>Os navegadores são bastante alarmistas. Mesmo você tendo um certificado SSL instalado no seu servidor, caso ele não seja assinado por instituições verificadoras reconhecidas, sua loja será exibida como um site inseguro. Além disso, mesmo que você tenha um certificado verificado, caso você carregue conteúdo de algum endereço que não tenha https, por exemplo uma imagem ou um arquivo css, ele ainda será marcado como inseguro.</p>
<p>Em um e-commerce magento com SSL configurado, assim como outros sites, as páginas não são sempre carregadas, o que significa que não é preciso que todas elas utilizem o certificado. De forma geral, o magento carrega somente URLs com https em páginas onde existe uma necessidade de proteção elevada, como as seções de login, pagamentos, controle de pedidos e endereços, entre outros.</p>
<h4>Mas como fazer o magento carregar as URLs com https?</h4>
<p>Tendo um servidor com certificado SSL assinado, você pode facilmente configurar o magento para sempre carregar páginas que necessitam de alta segurança em https através da aba System, na opção Configuration. Já no painel de configuração, no menu esquerdo, existe a opcão Web. Ao entrar nela, você encontrará os seguintes campos:</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23881/45505.jpg" alt="" /></p>
<p>Basta preencher na aba Secure, o campo base URL com o endereço base da sua loja com https, por exemplo, https://www.minhaloja.com.br/.</p>
<p>Na opção Use Secure URL in Frontend, marque &#8220;yes&#8221;. Essa opção faz com que o magento carregue as páginas que necessitam de mais segurança, nas quais há informações do cliente, sempre com https (SSL).</p>
<p>Você também pode ativar a opção Use Secure URL in Admin, e o painel de administração do magento sempre será acessado via https.</p>
<h4>O Magento está utilizando https, mas comtinua exibindo o site como inseguro, e agora?</h4>
<p>Porém, mesmo com tudo configurado, certas alterações, por exemplo, menus com links para URLs sem https ou banners (imagens), podem acabar fazendo com que as páginas que forem carregas com https sejam marcadas como inseguras. Para você forçar que as URLs sejam carregas sempre com https, você pode usar os seguintes recursos:</p>
<p>Uma figura, em php:</p>
<pre data-result="[object Object]" data-second_best="[object Object]">echo $this-&gt;getSkinUrl('images/btn_mini_search.gif', array('_secure'=&gt;true));</pre>
<p>Uma figura, em páginas do CMS:</p>
<pre data-result="[object Object]">{{skin url="images/figura.gif" _secure="true"}}</pre>
<p>A página de login, em php:</p>
<pre data-result="[object Object]" data-second_best="[object Object]">Mage::getUrl('customer/account/login',array('_secure'=&gt;true));</pre>
<p>Você pode conseguir qualquer página, apenas substituindo para o modelo apropriado.</p>
<p>Espero ter ajudado. Até a próxima!</p>
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		<title>Melhorias e novas funcionalidades do Visual Studio 11</title>
		<link>http://www.wta3.com.br/blog/melhorias-e-novas-funcionalidades-do-visual-studio-11/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 18:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[C#]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, pessoal! No artigo de hoje, gostaria de falar da nova “cara” da ferramenta de desenvolvimento de software mais famosa de todos os tempos: Visual Studio. Talvez, a ferramenta que atualmente se iguale, em relação a sua “fama”, seja o Eclipse, mas o Visual Studio ainda é a que manda. Você pode baixar, gratuitamente, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, pessoal! No artigo de hoje, gostaria de falar da nova “cara” da ferramenta de desenvolvimento de software mais famosa de todos os tempos: Visual Studio. Talvez, a ferramenta que atualmente se iguale, em relação a sua “fama”, seja o Eclipse, mas o Visual Studio ainda é a que manda.</p>
<p>Você pode baixar, gratuitamente, o Visual Studio 11 versão beta <a href="http://www.microsoft.com/visualstudio/11/pt-br/downloads">aqui</a>. Instalei na minha máquina com a versão Visual Studio 2010 e não deu problema algum.</p>
<p>A nova logomarca foi alterada e a tela está sem cor. Melhorou para quem trabalha a noite, pois assim não cansa os olhos. Muitas pessoas reclamaram, mas isso é o de menos.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23846/45409.png" alt="" /></p>
<p>A tela de <em>SOLUTION EXPLORER</em> está mais inteligente e precisa, busca métodos ou qualquer outro tipo de informação. Basta digitar as teclas Ctrl + ç.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23846/45410.png" alt="" /></p>
<p>Note, também, que as cores dos ícones sumiram e os modelos dos mesmos estão diferentes.</p>
<p>Você pode utilizar a tela de busca  para qualquer coisa dentro do projeto. Eles mantiveram também as teclas de atalho Ctrl+ para pesquisar os métodos da classe  e isso é muito bom. A imagem a seguir mostra o resultado:</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23846/45411.png" alt="" /></p>
<p>Dentro do <em>SOLUTION EXPLORER</em> e da classe <em>Default.aspx.cs</em> são mostrados todos os métodos &#8211; basta expandir com o clique do mouse, ou com a seta do teclado. Ao clicar ou selecionar o método específico da classe, aparece o método selecionado do lado esquerdo da tela.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23846/45412.png" alt="" /></p>
<p>Isso quer dizer que você pode ir direto ao método listado no <em>SOLUTION EXPLORER -</em> mas só é possível caso o projeto for do tipo Application. Se for Web Site isso não acontece.</p>
<p>Antes de você abrir a página ou o método, selecionando com o mouse ou a seta do teclado, aparece um ambiente de visualização antes de propriamente abrir a classe.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23846/45414.png" alt="" /></p>
<p>Você pode separar os ambientes gerando um novo <em>SOLUTION EXPLORER,</em> de acordo com a sua necessidade. Clique com o botão direito e escolha a opção de Scope to this ou em New View.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23846/45415.png" alt="" /></p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23846/45417.png" alt="" /></p>
<p>Outras duas novidades interessantes  no código de HTML são:  uso de dois pontos (:), em vez do sinal de igualdade (=) para escrever “scriptled”. Você pode também pegar uma parte do código HTML com componentes ou simples HTML, selecionar e pegar a parte para gerar um arquivo user control (.ascx). A ferramenta faz isso automaticamente pra você, isto é, gera o arquivo .ascx e referencia na página.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23846/45419.png" alt="" /></p>
<p>Bom, esse artigo teve o objetivo de mostrar mais novidades da ferramenta Visual Studio 11, de desenvolvimento .NET. Espero que tenha te ajudado. Até o próximo artigo!</p>
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		<item>
		<title>Padrão de projeto de software &#8211; JavaScript: Adapter</title>
		<link>http://www.wta3.com.br/blog/padrao-de-projeto-de-software-javascript-adapter/</link>
		<comments>http://www.wta3.com.br/blog/padrao-de-projeto-de-software-javascript-adapter/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 17:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[JavaScript]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro artigo, um outro padrão de projeto de software JavaScript. Desta vez, vamos mostrar o padrão Adapter. Essa máquina malvada e lutadora pode transformar interfaces. Ok, ela não exatamente transforma uma interface, apenas cria um novo objeto/função que adapta a interface de um objeto/função existente para corresponder ao que o código sabe usar. Isso pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro artigo, um outro padrão de projeto de software JavaScript. Desta vez, vamos mostrar o padrão Adapter. Essa máquina malvada e lutadora pode transformar interfaces. Ok, ela não exatamente transforma uma interface, apenas cria um novo objeto/função que adapta a interface de um objeto/função existente para corresponder ao que o código sabe usar.</p>
<p>Isso pode não fazer muito sentido até haver um contexto um pouco melhor; pelo menos isso é o que eu normalmente sinto quando me mostram a maneira como algo funciona pela primeira vez. Então, que tal dar mais algumas informações e mais algum contexto? Primeiro, esse padrão é projetado para ser usado dentro de um código existente. Nosso código existente utiliza um objeto ou uma função, mas queremos substituí-lo por outro diferente. O problema é que o novo objeto/função usa uma interface diferente daquele (a) que usamos atualmente. Em vez de mudarmos o código em todos os lugares que estao usando o objeto atual, trazemos o Adapter para o jogo.</p>
<p>O Adapter assume o novo objeto que vamos usar e o envolve ou o apenas faz sua mediação, dependendo de como o objeto é usado, para combiná-lo com a interface estabelecida pelo antigo objeto. No caso de um objeto que sempre é instanciado com o operador <em>new</em>, o Adapter irá envolvê-lo por conter uma instância do objeto em si e passando as chamadas de função para ele. Se o objeto é &#8220;estático&#8221;, no sentido de que há apenas uma instância dele, então ele não será envolvido.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/24070/46039.png" alt="" /></p>
<h4>Exemplos de abstração</h4>
<p>Há vários exemplos que eu poderia dar para mostrar como e quando usar o Adapter. Acredito que os mais comuns aparecem quando um projeto está utilizando um framework ou uma biblioteca: jQuery, por exemplo. O problema vem depois, quando, por qualquer motivo, há uma decisão de usar uma biblioteca diferente (por exemplo, YUI). Em uma grande aplicação, não há absolutamente nenhuma maneira de passar por todo o código e alterar todas as chamadas que têm a ver com jQuery em chamadas YUI. Você teria que criar um Adapter, o que nesse caso seria muito difícil, mas seria melhor do que a ideia anterior.</p>
<p>Outra biblioteca usada em muitas aplicações corporativas é um logger. Existem muitas bibliotecas logger diferentes, e alternar de uma para outra poderia ser algo fácil de fazer. Isso pode não aparecer muito em aplicações JavaScript, porque há um logger construído em todos os navegadores, mas é possível.</p>
<h4>Exemplo de codificação JavaScript</h4>
<p>Quando eu disse que era possível, o que realmente quis dizer foi que acontecerá agora. Primeiro, vamos mostrar o pequeno <em>LoggerFactory</em>, o que nos permitirá mudar mais facilmente o logger que estamos usando.</p>
<pre data-result="[object Object]" data-second_best="[object Object]">    var LoggerFactory = {
     getLogger: function() {
      return window.console;
     },
     …
    };

    /* Example Usage */
    var logger = LoggerFactory.getLogger();
    logger.log("something to log");</pre>
<p>Observe como tudo o que ele faz é nos enviar o objeto console quando chamamos o<em>getLogger</em>. Vamos fazer de conta, por conta desse exercício, que o console tem apenas um método - <em>log</em> - e que ele só aceita um único argumento, que é uma string ou conversível para uma string; pelo menos, essa é a única forma de nossa aplicação JavaScript usar o console.</p>
<p>Em seguida, temos outro logger. Esse é muito mais complicado, porque 1) ele é implementado em JavaScript, ao contrário do console, e 2) ele envia o seu log para o servidor via AJAX, o que também significa que ele deve codificar os dados da URL (que não serão mostradas aqui por ele não terem nada a ver com o padrão Adapter). É claro, ele utiliza uma interface diferente da do console também.</p>
<pre data-result="[object Object]" data-second_best="[object Object]">    var AjaxLogger = {
     sendLog: function() {
      var data = this.urlEncode(arguments);

      jQuery.ajax({
       url: "http://example.com/log",
       data: data
      });
     },

     urlEncode: function(arg) {
      …
      return encodedData;
     },
     …
    };</pre>
<p>Observe que estamos usando jQuery para realizar o pedido AJAX, a fim de economizar tempo e esconder a desordem que envolve o cross-browser AJAX, que não tem nada a ver com o padrão Adapter.</p>
<p>Agora tudo o que precisamos fazer é criar um Adapter e mudar o factory para retornar o Adapter em vez de console.</p>
<pre data-result="[object Object]" data-second_best="[object Object]">    var AjaxLoggerAdapter = {
     log: function(arg) {
      AjaxLogger.sendLog(arg);
     }
    };

    /* Adjust the LoggerFactory */

    var LoggerFactory = {
     getLogger: function() {
      // just gotta change what's returned here
      return AjaxLoggerAdapter;
     },
     …
    };</pre>
<p>A única mudança que fizemos no código existente foi uma linha no factory e de repente o nosso aplicativo inteiro está usando um logger completamente diferente.</p>
<h4>Adapters complicados</h4>
<p>Este logger é um exemplo muito simples, no qual há apenas uma função e que seus mapas praticamente o levam direto à antiga função, sem qualquer dificuldade. Há muitos exemplos em que esse não é o caso. Você pode se deparar com um problema no qual as funções mapeiam junto de forma bem diferente, usando argumentos totalmente distintos, que você poderá precisar criar, se a interface antiga não incluí-los.</p>
<p>Em alguns casos, você pode apenas deixar pra lá alguns dos argumentos que são enviados, porque o novo objeto simplesmente não os usa. Nunca se sabe. Se é muito difícil mapear as interfaces dos dois objetos, então tente outra coisa, que espero que não inclua passar por milhares de linhas de código para alterar cada uso do objeto original.</p>
<h4>Concluindo</h4>
<p>Adapters podem ser muito úteis e são extremamente fáceis de implementar no código se você estiver usando um factory para criar o objeto que está sendo substituído. A mudança é inevitável, especialmente em projetos maiores, por isso certifique-se de guardar este artigo.</p>
<p>Abaixo, você vai encontrar a lista dos artigos já publicados da série Padrão de projetos de software &#8211; JavaScript.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Qual o futuro dos altos salários em TI?</title>
		<link>http://www.wta3.com.br/blog/qual-o-futuro-dos-altos-salarios-em-ti/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 17:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós últimos três anos, os veículos de comunicação anunciaram exaustivamente a explosão no número de vagas e o consecutivo aumento dos salários para os cargos mais técnicos na área de TI (web designers, programadores, analistas, gerentes de projetos, entre outros). Mas lamento ter que dizer: aproveitem, pois esse movimento de alta deve durar no máximo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós últimos três anos, os veículos de comunicação anunciaram exaustivamente a explosão no número de vagas e o consecutivo aumento dos salários para os cargos mais técnicos na área de TI (web designers, programadores, analistas, gerentes de projetos, entre outros). Mas lamento ter que dizer: aproveitem, pois esse movimento de alta deve durar no máximo de cinco a dez anos!</p>
<p>Quando um novo mercado se instala, sempre existe um intervalo entre o surgimento de uma nova demanda e a estruturação de uma oferta que a atenda. Nesse caso, podemos chamar de DEMANDA a busca do mercado por sites, sistemas, plataformas de e-commerce, consultorias etc.; e podemos chamar de OFERTA a quantidade de profissionais verdadeiramente capacitados para tal tarefa.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/24135/46264.jpg" alt="" /><em>“O espaço entre as curvas de demanda e oferta refletem o tempo de adequação do mercado à crescente capacitação de mão de obra, que naturalmente irá conter e reordenar os salários.”</em></p>
<h4>Mas de onde tirei essas conclusões?</h4>
<p>Se analisarmos nossa infalível história, que já nos apresentou movimentos semelhantes na estruturação da mão de obra em setores como o têxtil e o automobilístico, no período pós revolução industrial, e que ainda repetiu sua dose de ensinamentos na explosão do PC (Personal Computer) e o consecutivo amadurecimento das telecomunicações nos anos 80 e 90, veremos um tempo de adequação dos processos e a formatação de uma estrutura departamental que se estabiliza com o tempo. Não estou dizendo que não teremos altos salários em TI, mas certamente teremos uma visão menos “afoita” e mais ordenada do que temos hoje.</p>
<p>As grandes empresas sabem que esse efeito inflacionário é temporário e que no futuro teremos a visão de um novo departamento de TI, com executivos mais experientes na gestão, que viveram esse movimento desde o início, e uma estrutura de hierarquia mais racional com relação aos planos de cargos e salários. Mas, por favor, não estou dizendo para os profissionais se desanimarem com isso, muito pelo contrário! Teremos um Grande Novo Mercado de TI pela frente, só que muito mais exigente quanto à especialização dos técnicos e muito mais pluralista quanto aos gestores.</p>
<h4>Dica</h4>
<p>Sugiro aos programadores e especialistas que se questionem: eu sou um mesmo um especialista ou navego por várias áreas? Esse será o primeiro passo rumo à porta do sucesso em TI nos próximos dez anos. E uma segunda pergunta seria: se tivesse que escolher hoje, quais áreas tenho mais aptidão para me especializar? E qual segmento de negócios pagaria melhor pelo meu trabalho? Ora, se você é um especialista, deve saber em que segmento focar para conseguir melhores resultados com sua energia.</p>
<p>O conceito generalista de &#8220;sou especialista em Internet&#8221; já está por um fio. Lembre-se, com o aumento crescente da oferta de mão de obra no mercado, as empresas buscarão &#8211; e poderão &#8211; escolher profissionais cada vez mais especializados em áreas-chave do negócio: web-designers, analistas de SEO, desenvolvedores de aplicativos móveis, técnicos em segurança de servidores etc.; sem falar nos gestores de e-commerce e marketing digital, claro.</p>
<p>Esse é o futuro. Especialize-se!</p>
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		</item>
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		<title>Na contramão do mercado de TI, Brasil perde bons profissionais para outros países</title>
		<link>http://www.wta3.com.br/blog/na-contramao-do-mercado-de-ti-brasil-perde-bons-profissionais-para-outros-paises/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 17:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Que o homem é um ser migratório não existe dúvida. Desde o começo de sua odisséia pelo planeta, ele anda de lá para cá em busca de recursos para sua sobrevivência ou fugindo de pestes, guerras e ambientes que não lhe são tão convidativos. Somando-se a esses motivos, encontra-se também, já na idade contemporânea, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que o homem é um ser migratório não existe dúvida. Desde o começo de sua odisséia pelo planeta, ele anda de lá para cá em busca de recursos para sua sobrevivência ou fugindo de pestes, guerras e ambientes que não lhe são tão convidativos. Somando-se a esses motivos, encontra-se também, já na idade contemporânea, a necessidade de melhores oportunidades laborais e até mesmo simplesmente uma oportunidade de trabalho que não encontra em sua terra nativa.</p>
<p>O Brasil, seja por incentivos ou por opção, sempre foi (e ainda o é) uma terra de oportunidades para muitos; alemães, chineses, espanhóis, italianos, japoneses, libaneses, polacos, portugueses e outros tantos chegaram a nossos portos em busca de trabalho e de condições mais dignas para os seus, contribuindo com a mistura cultural que tanto nos difere de outros países e trazendo junto conhecimento e experiências enriquecedoras.</p>
<p>Porém, da mesma forma que muitos chegaram, muitos também saíram e estão saindo em busca de outras terras, criando um buraco intelectual em nossa sociedade que deve trazer grandes problemas no futuro. Mesmo com o crescimento da economia e uma forte demanda interna, especificamente na área de tecnologia, não é raro encontrar profissionais de quilate colocando a mochila nas costas e indo bater à porta de imigrações espalhadas por todos os continentes. Somente no último ano, oito amigos meus resolveram trocar o país tropical abençoado por Deus e por outros, e não desejam voltar tão cedo.</p>
<p>Movidos não somente por salários, mas principalmente por melhores condições de vida, profissionais da área de TI brasileira debandam e vão parar em empresas americanas, europeias e asiáticas sedentos por elementos que possuem o conhecimento técnico necessário aliado à força de vontade e à capacidade de adaptação. Com esse perfil, brasileiros são assediados de todas as formas para gerar riqueza em outras paragens, estando no topo da lista os Estados Unidos, que, diante do desafio de manter-se na vanguarda tecnológica, sai para uma verdadeira caçada humana de bons profissionais nos quatro cantos do globo.</p>
<p>No empreendedorismo, não é diferente. Amargando um 12º lugar na <a href="http://www.gemconsortium.org/docs/2201/gem-2011-global-report">lista</a> dos países mais empreendedores, atrás de primos pobres como Argentina, Peru e até mesmo Trinidad e Tobago, o Brasil anda na contramão, espantando aqueles que desejam criar e contribuir para a economia nacional. Falta de financiamento, burocracia e outros conhecidos motivos de todos nós adicionam um pouco mais de energia no desejo de tirar o passaporte. Os que tentam são engolidos pelas engrenagens enferrujadas ou se candidatam a hóspedes vitalícios de hospitais psiquiátricos. Poucos são, infelizmente, aqueles que conseguem se manter com a cabeça fora d’água.</p>
<p>Muitos leitores podem achar que a busca por oportunidades fora do país é uma fuga. Pode ser uma fuga, mas também pode ser uma estratégia de longo prazo. Como fora daqui o <em>fair game</em> é realmente jogado, profissionais procuram aliar a oportunidade de um bom emprego com incremento curricular. Não raro são aqueles que aproveitam o ensejo para acrescentar cursos em seus currículos, sejam especializações, idiomas ou até mesmo certificações profissionais. Tendo a necessidade de reter o profissional, as empresas acenam com diversos mimos e opções dificilmente encontradas em solo nacional.</p>
<p>Diante desse cenário, o único a perder realmente é o país. Com uma estrutura deficiente para educação, pouca ou nenhuma visão a longo prazo dos empresários e relações que muitas vezes beiram a escravidão, exportamos cérebros Made In Brazil e importamos a manufatura Made In China sem nenhum valor agregado e que irá, em pouco tempo, desafiar nossa economia a não se tornar somente uma produtora de mão de obra eficiente para os outros.</p>
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